domingo, novembro 30

Frans Krajcberg


Exposição na Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo, do artista Frans Kracjberg – o poeta dos vestígios. Com sua arte engajada pretende denunciar, provocar reflexão e conscientizar sobre a questão das queimadas das matas e florestas brasileiras. Kracjberg, 87, tem origem polonesa e e´ naturalizado brasileiro. As fotos não fazem jus ao trabalho do artista, é preciso ver com os próprios olhos.

Neste link há muito sobre esse “guerreiro” http://lanore.club.fr/fkmanifesteportugues.html

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(¨`·.·´¨)¸.·´Beijos
.`·.¸.·´ Ivani

Museu da Língua Portuguesa.


Nesse sábado fiz um dos meus passeios preferidos: a museus, e em companhia de uma recente amiga que como eu adora arte e bons livros. Vou dividir um pouco com vocês.

Acima exposição temporária sobre Machado de Assis no Museu da Língua Portuguesa, Praça da Luz, São Paulo.

“ — Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.”
(Machado de Assis – Memórias póstumas de Brás Cubas)

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(¨`·.·´¨)¸.·´Beijos
.`·.¸.·´ Ivani

segunda-feira, novembro 24

Coisas do Brasil 2 - blogagem coletiva.

A Andréa Motta do blog http://leioomundoassim.blogspot.com/2008/11/coisas-do-brasil-2.html, está promovendo uma blogagem coletiva, objetivando fomentar a cultura por meio do olhar de cada blogueiro sobre sua cidade. A coletiva será em 13/12 - sábado. Para maiores informações e participação, acesse o link acima.

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(¨`·.·´¨)¸.·´Beijos
.`·.¸.·´ Ivani

domingo, novembro 16

Poinsettia Floral Ball.



Nome: Poinsettia Floral Ball
Criação: Meenakshi Mukerji
Fonte: Marvelous Modular Origami
Papel utilizado: dobradura (encontrei um de excelente qualidade - finalmente)
Tamanho do papel: 10cm x 5cm


“VIRÁS comigo”, disse, sem que ninguém soubesse
onde e como pulsava meu estado doloroso
e para mim não havia cravo nem barcarola,
nada senão uma ferida pelo amor aberta.

Repeti: vem comigo, como se morresse,
e ninguém viu em minha boca a lua que sangrava,
ninguém viu aquele sangue que subia ao silêncio.
Oh amor, agora esqueçamos a estrela com pontas!

Por isso quando ouvi que tua voz repetia
“Virás comigo”, foi como se desatasses
dor, amor, a fúria do vinho encarcerado

que de sua cantina submergida soubesse
e outra vez em minha boca senti um sabor de chama,
de sangue e cravos, de pedra e queimadura.

Pablo Neruda


Luz e paz a todos!
Beijos dobrados!

domingo, novembro 9

Dentro do coração.





Nome: Blütenkreisel
Criação: Carmen Sprung
Fonte: http://www.origamiseiten.de/eig_2000/o_im05d.html
Papel utilizado: dobradura (acho que é esse o nome)
Tamanho: 30cm x 30cm
Tamanho final: 9cm

Em meu coração estão bem guardadas todas essas demonstrações de carinho que tenho recebido, essas palavras maravilhosas que vocês têm deixado para mim. Além disso, amo os blogs de todos vocês, são muito criativos, tenho aprendido muito, não apenas com os origamis e outras artes mas também com suas palavras. Elas me fazem lembrar de uma música que ouvia quando criança: Palavra não foi feita para dividir ninguém, palavra é a ponte onde o amor vai e vem.

Por isso dobrei esse origami especial, para demonstrar minha gratidão e carinho por todos que me visitam, deixam comentários, me dão selinhos, me inspiram...

Muita luz a todos!
Com carinho!
Ivani

Hino da Palavra

Palavra não foi feita para dividir ninguém,
palavra é a ponte onde o amor vai e vem;
onde o amor vai e vem.
Palavra não foi feita para dominar,
o destino da palavra é dialogar.
Palavra não foi feita para a opressão,
o destino da palavra é a união.
Palavra não foi feita para a vaidade,
o destino da palavra é a eternidade.
Palavra não foi feita para cair no chão,
o destino da palavra é o coração.
Palavra não foi feita para semear,
a dúvida, a tristeza ou o mal estar.
O destino da palavra é a construção,
de um mundo mais feliz, e mais irmão.
Palavra não foi feita para dividir ninguém,
palavra é a ponte onde o amor vai e vem;
onde o amor vai e vem.

sexta-feira, novembro 7

Hoje é dia de Cecília



Epitáfio da Navegadora

A Gastón Figueira

Se te perguntarem quem era
essa que às areias e gelos
quis ensinar a primavera;

e que perdeu seus olhos pelos
mares sem deuses desta vida,
sabendo que, de assim perdê-los,

ficaria também perdida;
e que em algas e espumas presa
deixou sua alma agradecida;

essa que sofreu de beleza
e nunca desejou mais nada;
que nunca teve uma surpresa

em sua face iluminada,
dize: “Eu não pude conhecê-la,
sua história está mal contada,

mas seu nome de barca e estrela,
foi: “SERENA DESESPERADA”.

Cecília Meireles

Essa postagem faz parte de uma blogagem coletiva para homenagear a grande escritora Cecília Meireles, foi brilhantemente ornizada pela Leonor Cordeiro.

Quer navegar pelo maravilhoso mundo de Cecília? Visite o blog da Leonor, encontrará outros blogs participantes.

Muita poesia a todos.

Ivani

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